Perguntas frequentes
26 perguntas
Contratação e funcionamento
Como funciona a primeira conversa com o escritório?
A primeira conversa é com um sócio, não com um atendente. Você descreve em poucas linhas o que está acontecendo e se há prazo correndo, e o sócio diz se é caso para o escritório e qual o caminho mais seguro. Se houver documentos relevantes, como contrato, notificação ou intimação, eles podem ser enviados antes para que a análise inicial seja mais precisa.
Como são cobrados os honorários?
Os honorários dependem do escopo, da complexidade, do prazo e do risco da demanda, e são sempre ajustados por escrito antes do início do trabalho. Os formatos mais comuns são o valor mensal fixo, para a assessoria contínua, o valor fechado por projeto, para operações com começo e fim, e o honorário de êxito, combinado com parte fixa quando o caso comporta. Por orientação da OAB, o site não divulga valores, mas a proposta com todos os termos é apresentada após a análise do caso.
O que é a assessoria jurídica contínua?
É o formato em que o escritório atua como o departamento jurídico da empresa, com um valor mensal previsível e interlocução direta com os sócios e as áreas. Cobre a rotina contratual, a consulta preventiva, a análise de decisões de risco e a condução das demandas. Serve tanto à empresa que não tem jurídico interno quanto àquela que precisa reforçar a equipe existente.
O escritório atende empresas de qual porte e segmento?
Empresas de médio e grande porte, grupos familiares, sócios e administradores. O critério não é o segmento, e sim a complexidade da decisão: o trabalho faz sentido quando a questão jurídica afeta caixa, controle societário ou continuidade da operação. A atuação é frequente em indústria, agronegócio, tecnologia, serviços empresariais, comércio e empresas familiares.
O escritório atende fora de São Paulo?
Sim. A sede fica nos Jardins, em São Paulo, e a atuação em processos, negociações e operações é nacional. As reuniões podem ser presenciais, por telefone ou por vídeo, com a mesma proximidade dos sócios.
As informações que eu enviar são sigilosas?
Sim. O sigilo profissional é dever do advogado e está assegurado pelo Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994) e pelo Código de Ética da OAB. Isso vale desde a primeira conversa, ainda que o contrato não seja fechado. Quando a operação exige, também são firmados acordos de confidencialidade específicos.
Direito societário e M&A
Quando uma empresa precisa de um acordo de sócios?
Sempre que a relação entre os sócios não puder depender apenas do contrato social e da boa vontade. O acordo regula o que o contrato social não alcança: direito de preferência e de venda conjunta (tag along e drag along), travas de alienação, regras de saída, deadlock, direito de voto em matérias relevantes e tratamento de sucessão. Nas sociedades anônimas ele tem previsão no art. 118 da Lei 6.404/1976, e nas limitadas é construído a partir do contrato social e do Código Civil. O melhor momento para firmá-lo é antes do conflito, quando as partes ainda negociam sem pressão.
Como preparar uma empresa para ser vendida?
A preparação começa de dois a três anos antes da venda e passa por regularizar o que reduz valor: passivos trabalhistas e tributários, contratos sem formalização, propriedade intelectual sem registro, estrutura societária confusa e dependência do fundador. Uma due diligence preventiva, feita pelo próprio vendedor, antecipa os pontos que o comprador vai levantar e evita redução de preço ou garantias excessivas na negociação. O resultado costuma ser maior valor e menos risco de a operação desandar na reta final.
O que é due diligence e quanto tempo leva?
É a auditoria jurídica da empresa-alvo, feita pelo comprador, para identificar contingências, riscos e restrições antes de fechar o preço e as garantias. Cobre as áreas societária, contratual, tributária, trabalhista, regulatória, ambiental, imobiliária e de propriedade intelectual. O prazo varia conforme o porte da empresa, o escopo e a qualidade da documentação disponibilizada.
Como se protege o sócio minoritário?
Pelo conjunto de direitos previstos em lei, no contrato social e em acordo de sócios: acesso a informações e à contabilidade, direito de voto qualificado em matérias sensíveis, direito de preferência, tag along, direito de retirada em hipóteses legais e a possibilidade de pedir a apuração de haveres e a dissolução parcial. A proteção é mais eficaz quando negociada na entrada, mas há medidas judiciais e extrajudiciais disponíveis mesmo depois do conflito instalado.
Como resolver um conflito entre sócios sem destruir a empresa?
Primeiro se separa o conflito pessoal do problema societário e se mapeia o que cada sócio de fato quer: sair, permanecer com novas regras ou comprar a parte do outro. As saídas mais frequentes são a recompra de quotas ou ações, a reorganização do controle, a cisão e, em último caso, a dissolução parcial ou total da sociedade. Mediação e arbitragem são alternativas à via judicial quando previstas no contrato social ou no acordo de sócios, e a escolha entre elas depende do caso, do custo e do grau de exposição que as partes aceitam.
Direito tributário
O que muda para as empresas com a reforma tributária?
A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 criaram o IBS, a CBS e o Imposto Seletivo. O IBS e a CBS substituem PIS, Cofins, ICMS e ISS, e o IPI deixa de incidir, salvo para produtos que competem com a Zona Franca de Manaus. A transição começa em 2026, com alíquotas de teste, e a extinção gradual dos tributos atuais vai até 2033. O efeito prático está no sistema de créditos, na formação de preços, nos contratos de longo prazo, na escolha do regime e na avaliação de empresas em operações de M&A. Os detalhes de cada setor ainda dependem de regulamentação complementar, e por isso a revisão de contratos e da estrutura societária deve ser acompanhada com atenção.
O que é planejamento tributário lícito?
É a organização das atividades e da estrutura societária de modo a recolher o tributo devido pela forma menos onerosa permitida em lei, com propósito negocial real e sem simulação. A fronteira com a elisão abusiva e a evasão é traçada pela substância da operação, pela documentação e pelo cumprimento das normas. Por isso o planejamento deve ser sustentado por parecer e registrado antes da operação, e não montado depois de uma fiscalização.
Como recuperar tributos pagos a maior?
Pela revisão das apurações dentro do prazo de cinco anos para pedir restituição ou compensação, para identificar créditos decorrentes de teses com decisão definitiva dos tribunais superiores, como a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins. O crédito pode ser recuperado por compensação administrativa ou por restituição, conforme o caso. A viabilidade depende da situação de cada empresa e do entendimento vigente, que em algumas teses mudou ao longo do tempo, e o ponto central é a prova: notas, escrituração e memória de cálculo precisam sustentar o valor perante a Receita.
Recebi uma autuação fiscal. Qual o primeiro passo?
Conferir o prazo da defesa, que costuma ser de 30 dias contados da ciência do auto de infração, e reunir os documentos que sustentam o que foi declarado. A impugnação administrativa suspende a exigibilidade do crédito e abre a discussão em primeira instância, com possibilidade de recurso ao CARF ou ao tribunal administrativo estadual ou municipal. A qualidade da prova produzida nessa fase costuma definir o resultado nas etapas seguintes.
O que é a transação tributária e quando vale a pena?
É o acordo com a Fazenda para pagar débitos com descontos de multa, juros e encargos, prazos maiores e outras condições, previsto na Lei 13.988/2020. Vale a pena quando a dívida é legítima e o fluxo de caixa da empresa não comporta o pagamento integral, ou quando o risco de perder a discussão é alto. Não vale a pena quando há boa chance de anular o débito, porque a adesão normalmente implica reconhecer a dívida.
Direito do trabalho empresarial
A contratação de pessoa jurídica (pejotização) é arriscada?
Pode ser. A contratação de pessoa jurídica é lícita quando o prestador atua com autonomia, assume o risco da atividade e não está subordinado à rotina da empresa. Quando a relação reúne os elementos do vínculo de emprego previstos no art. 3º da CLT (pessoalidade, não eventualidade, onerosidade e subordinação), existe risco de reconhecimento do vínculo, com condenação ao pagamento de verbas trabalhistas, FGTS e encargos. A licitude desse tipo de contratação é objeto de discussão no Supremo Tribunal Federal (Tema 1389 da repercussão geral), e o entendimento pode mudar. Por isso, a documentação e a forma real de execução do contrato devem ser revisadas caso a caso.
Como reduzir o risco de reclamações trabalhistas?
Com documentação consistente, controle de jornada confiável, regulamentos internos aplicados na prática, treinamento de gestores e uma política clara de desligamentos. Em muitos pedidos, como jornada, pagamento e quitação de verbas, o ônus da prova recai sobre a empresa, e por isso a falta de documento costuma pesar contra ela. A revisão preventiva dos contratos, das rotinas de ponto e das práticas de remuneração variável costuma gerar a maior redução de passivo.
Como conduzir o desligamento de executivos e empregados estratégicos?
Com planejamento do acordo, que envolve sigilo, não concorrência, não aliciamento, devolução de ativos, propriedade intelectual e comunicação interna e externa. A negociação deve respeitar os limites da legislação trabalhista e documentar a rescisão por instrumento adequado. Quando bem estruturado, o desligamento protege informações e clientes da empresa e reduz de forma importante o risco de litígio posterior.
Contratos, patrimônio e família empresária
Quais cláusulas mais geram litígio nos contratos empresariais?
As que tratam de rescisão e multa, responsabilidade e limitação de indenização, exclusividade, preço e reajuste, garantias, prazo de pagamento, foro e confidencialidade. Também geram disputa os contratos que silenciam sobre eventos previsíveis, como atraso, mudança de controle e alteração regulatória. Um contrato bem redigido não só descreve a operação, mas distribui os riscos entre as partes de forma que possa ser cumprido e, se necessário, executado.
Uma holding familiar vale a pena?
Depende da composição do patrimônio, da estrutura da família e do objetivo, que pode ser a organização de bens, a sucessão, a proteção patrimonial ou a eficiência tributária. É frequente em famílias com imóveis, participações societárias e empresas operacionais, mas não é solução universal, e mal estruturada gera custo e risco sem entregar benefício. A análise considera o ITCMD, o ganho de capital, a tributação de aluguéis e dividendos e as regras de governança entre herdeiros.
Como evitar conflitos entre herdeiros em uma empresa familiar?
Com um planejamento sucessório feito em vida, que combina protocolo familiar, acordo de sócios, regras de governança, doação de quotas com cláusulas de usufruto, inalienabilidade e reversão, e definição de quem controla e quem apenas participa dos resultados. Separar a propriedade da gestão é o ponto mais decisivo. O custo de organizar tudo antes é uma fração do custo de um inventário litigioso com empresa operando.
Direito digital, ambiental e licitações
Minha empresa precisa se adequar à LGPD?
Em regra, sim. A Lei 13.709/2018 se aplica a qualquer tratamento de dados pessoais feito por pessoa jurídica, como dados de clientes, empregados e fornecedores, salvo as exceções do art. 4º. A adequação envolve mapear os dados tratados, definir a base legal de cada tratamento, revisar contratos com operadores, indicar o encarregado (DPO), adotar política de privacidade e plano de resposta a incidentes, com regras simplificadas para agentes de pequeno porte, na regulamentação da ANPD. As sanções incluem multa de até 2% do faturamento da pessoa jurídica no último exercício, limitada a R$ 50 milhões por infração, além de danos à reputação e ações de titulares.
O que fazer diante de um incidente de segurança com dados pessoais?
Conter o incidente, preservar as evidências, avaliar se há risco ou dano relevante aos titulares e, em caso positivo, comunicar a ANPD e os titulares afetados dentro do prazo regulamentar, que em regra é de três dias úteis. O registro das decisões tomadas e a atuação coordenada entre jurídico, tecnologia e comunicação reduzem a exposição regulatória. Um plano de resposta aprovado antes do incidente faz grande diferença.
Quais são as responsabilidades ambientais da empresa e de seus administradores?
A legislação prevê responsabilização independente nas esferas administrativa, civil e penal, com fundamento no art. 225, §3º, da Constituição, na Lei 6.938/1981 e na Lei 9.605/1998. A responsabilidade civil é objetiva, ou seja, independe de culpa, e os administradores podem responder pessoalmente em determinadas situações. A prevenção passa por licenciamento regular, controle de condicionantes, gestão de resíduos e auditorias periódicas.
Como a empresa pode participar de licitações com segurança?
Verificando a habilitação jurídica, fiscal, técnica e econômico-financeira antes de cada certame, analisando o edital com atenção às cláusulas restritivas, e preservando prazos de impugnação e de recurso. Na Lei 14.133/2021, o pedido de impugnação do edital deve ser apresentado em até três dias úteis antes da abertura da sessão. Depois da contratação, a gestão do contrato, dos aditivos e do reequilíbrio econômico-financeiro evita sanções e perdas.
Perguntas por tema
Advocacia empresarial
- Usar a marca há anos garante a propriedade dela?
- O software desenvolvido por terceiro pertence a quem encomendou?
- E quando o software foi feito por empregado?
- Como se protege know-how que não é patenteável?
- O que a diligência de uma venda mais encontra em propriedade intelectual?
- Base de dados da empresa é ativo que se pode vender?
- Por onde começar a organizar os intangíveis?
- O que faz a marca somar ou não somar no valor da empresa?
- Registrar o software no INPI é obrigatório?
- O que verificar nas licenças de componentes de terceiros?
- O que não pode faltar em um contrato de licenciamento de marca?
- Quando a recuperação judicial passa a ser a alternativa adequada?
- Quais requisitos a empresa precisa cumprir para pedir recuperação judicial?
- Quais dívidas ficam de fora da recuperação judicial?
- O que é o stay period?
- Existe caminho menos drástico que a recuperação judicial?
- E o passivo tributário, como entra nessa conta?
- O que fazer nas primeiras semanas de uma crise de caixa?
- Em quanto tempo prescreve a cobrança de uma dívida empresarial?
- O que permite executar a dívida direto, sem ação de conhecimento?
- Protestar ou negativar o devedor é seguro?
- O devedor entrou em recuperação judicial. Perdi o crédito?
- Qual documentação sustenta uma cobrança empresarial?
- Vale a pena cobrar judicialmente todo crédito vencido?
- Qual a ordem correta nas primeiras horas de uma suspeita?
- Quando vale a pena abrir uma investigação interna formal?
- A empresa pode acessar o e-mail corporativo do empregado?
- Como conduzir as entrevistas sem criar passivo?
- É possível afastar o empregado durante a apuração?
- O que o relatório final precisa conter?
- Canal de denúncia anônimo funciona?
- O que é due diligence jurídica?
- Quanto tempo leva uma due diligence?
- O que a diligência mais costuma encontrar?
- Vale a pena o vendedor fazer a própria diligência antes?
- Como a due diligence protege o valuation?
- A empresa precisa entregar tudo o que o comprador pedir?
- Qual o mínimo que uma empresa de médio porte deveria manter sempre pronto?
- A empresa responde pelas dívidas trabalhistas do fornecedor?
- O que guardar para provar que fiscalizou o terceiro?
- A empresa responde por ato de corrupção praticado por terceiro?
- Programa de integridade reduz a sanção?
- Quais cláusulas não podem faltar no contrato com fornecedor?
- Todo fornecedor precisa da mesma diligência?
- Uso a marca há anos. Isso garante o direito sobre ela?
- Registrar a empresa na Junta Comercial já protege a marca?
- Preciso registrar a marca em mais de uma classe?
- Qual a diferença entre marca nominativa, figurativa e mista?
- O registro de marca pode ser perdido depois de concedido?
- Recebi notificação para parar de usar meu nome. O que fazer?
- O que faz um advogado de direito empresarial?
- Quando uma empresa precisa de um advogado empresarial?
- Qual a diferença entre direito empresarial e direito societário?
- A minha empresa é média. Vale a pena contratar assessoria jurídica contínua?
- Vocês atuam em litígios ou só em consultivo?
- A empresa está registrada no nome de outra pessoa. Isso tem conserto?
- Sou minoritário e o controlador não me dá informação nem distribui lucro. O que posso fazer?
- Vocês pegam qualquer demanda empresarial?
- Vocês atendem empresas fora de São Paulo?
Advocacia tributária
- O que fazer nos primeiros dias depois de uma autuação?
- A defesa começa na impugnação?
- Por que prova pesa mais que tese no contencioso tributário?
- Vale a pena discutir todo auto de infração?
- O que é matriz de risco de contingências e para que serve?
- Como a empresa organiza prova antes de precisar dela?
- O que muda no contencioso com IBS e CBS?
- O que muda no crédito tributário com IBS e CBS?
- Por que o cadastro de produtos virou prioridade fiscal?
- O ERP da empresa precisa ser trocado?
- Quem responde quando o erro fiscal nasce do fornecedor?
- Quando a empresa deve começar a se preparar?
- Quem deve ser responsável pelo compliance tributário na empresa?
- Reorganizar o grupo reduz tributo?
- O que significa substância econômica na prática?
- Por que as operações entre empresas do mesmo grupo mudam de peso com IBS e CBS?
- A estrutura que funcionava no sistema antigo continua servindo?
- Cisão, incorporação e fusão transferem o passivo tributário?
- Quando vale a pena separar operação e patrimônio em empresas distintas?
- Por onde começar a revisão do grupo?
- Onde se discute IBS e onde se discute CBS?
- Qual vai ser a disputa mais comum no novo sistema?
- Por que o período de 2029 a 2032 é o de maior risco?
- Os autos de ICMS e ISS antigos desaparecem?
- Quem responde quando o erro é do fornecedor?
- Vale a pena fazer consulta formal ao fisco?
- A empresa do Simples perde competitividade com a reforma?
- Como decidir entre o Simples e o regime regular?
- O que muda na rotina ao optar pelo regime regular?
- O que incluir no contrato com cliente empresarial?
- O que acontece se a empresa ultrapassar o limite do Simples?
- Empresa que vende para os dois públicos decide como?
- Por que simular pela alíquota média dá errado?
- O que muda com a cobrança por fora?
- Por que o setor de serviços sente mais?
- Contrato de longo prazo deve prever o repasse?
- Vale trocar de fornecedor por causa do crédito?
- Qual alíquota usar na simulação?
- O que muda para as empresas em 2026?
- Qual o calendário completo da transição?
- O que é split payment e por que afeta o caixa?
- Quais setores pagam Imposto Seletivo?
- Minha atividade tem regime específico?
- Qual vai ser a alíquota do IBS e da CBS?
- Por onde a empresa deve começar a se preparar?
- Qual o desconto máximo na transação tributária federal?
- O desconto incide sobre o valor principal da dívida?
- Aderir à transação implica desistir das discussões em curso?
- Preciso incluir todo o passivo na transação?
- O que é capacidade de pagamento e por que ela importa?
- O que acontece se a empresa descumprir o acordo?
- Recebi um auto de infração. Qual o primeiro passo?
- Existe planejamento tributário que não seja arriscado?
- Minha empresa pode ter crédito tributário a recuperar sem saber?
- O que muda com a reforma tributária?
- Autuação fiscal pode virar processo criminal?
- Já estou em execução fiscal com penhora. Ainda dá para reagir?
Artigos gerais
- O que fazer quando o conflito entre sócios já está instalado?
- É possível excluir um sócio da sociedade?
- O que é dissolução parcial de sociedade?
- Como se calcula o valor devido ao sócio que sai?
- O sócio que não administra pode fiscalizar a empresa?
- Governança familiar e governança societária são a mesma coisa?
- Dá para prevenir conflito societário em empresa familiar?
- Quem fiscaliza produtos controlados no Brasil?
- Licença vencida com renovação protocolada regulariza a operação?
- Qual falha mais gera problema na fiscalização?
- Quando a irregularidade deixa de ser só administrativa?
- O que fazer quando a fiscalização chega sem aviso?
- Quem compra a empresa herda as pendências de produto controlado?
- Qual o valor máximo da multa da LGPD?
- Multa é a única sanção que a ANPD pode aplicar?
- O que a ANPD pede quando fiscaliza?
- Em quanto tempo o incidente de segurança precisa ser comunicado?
- Empresa pequena também pode ser multada?
- Ter política de privacidade no site é suficiente?
- O que fazer primeiro quando nada está adequado?
- Quem pode ser o encarregado pelo tratamento de dados?
- Quando a empresa precisa de relatório de impacto à proteção de dados?
- Quais situações impedem a dispensa sem justa causa?
- Qual o prazo para pagar as verbas rescisórias?
- O que costuma derrubar uma justa causa na Justiça do Trabalho?
- A empresa precisa de autorização do sindicato para dispensa coletiva?
- Vale a pena fazer acordo extrajudicial homologado?
- Mensagem no aplicativo fora do horário gera hora extra?
- Posso comprar uma base de leads se o fornecedor garantir o consentimento?
- O que torna um banner de cookies inválido?
- Legítimo interesse serve para qualquer ação de marketing?
- Quem responde pela campanha: a agência ou o anunciante?
- O fim do cookie de terceiros muda o que na prática?
- O que precisa estar no contrato entre anunciante e agência?
Contencioso cível e criminal empresarial
- A empresa responde mesmo sem ter culpa?
- A empresa responde pelo que o funcionário fez?
- O que preservar nas primeiras horas após um incidente?
- Pessoa jurídica pode sofrer dano moral?
- Qual o prazo para alguém cobrar indenização da empresa?
- Contratar terceiro transfere o risco para ele?
- Quando a empresa responde mesmo sem ter culpa?
- Qual o prazo para o prejudicado cobrar indenização?
- O seguro de responsabilidade civil cobre qualquer condenação?
- A empresa pode fazer acordo sem avisar a seguradora?
- O que fazer nas primeiras horas depois de um incidente?
- Qual o prazo para a empresa responder a uma citação?
- O que acontece se a empresa perder o prazo de contestação?
- Quem deve receber a citação dentro da empresa?
- Conversa de WhatsApp vale como prova contra a empresa?
- Cobrar um cliente inadimplente pode gerar processo contra a empresa?
- Quando vale a pena pedir tutela de urgência?
- A empresa foi citada em uma ação de valor alto. O que fazer nos primeiros dias?
- Vale a pena acordar ou é melhor discutir até o fim?
- A outra parte não cumpriu o contrato. Posso simplesmente parar de pagar?
- Indenização por dano moral contra pessoa jurídica existe mesmo?
- Guardamos contratos, mas tudo por e-mail e WhatsApp. Isso vale como prova?
- Quando faz sentido pedir tutela de urgência?
Contratos empresariais
- Por que registrar a invenção antes de mostrá-la a alguém?
- Acordo de confidencialidade resolve antes do registro?
- O que não pode faltar em um contrato de fabricação sob encomenda?
- Como funciona o licenciamento com royalties?
- Por que separar a família do capital em negócio que nasceu de uma invenção?
- A empresa pode perder a marca por não registrar?
- Qual é o padrão que se repete nesses casos?
- O que é a Circular de Oferta de Franquia?
- O que acontece se a COF não for entregue no prazo?
- Quem é titular da marca controla a rede?
- Franquia gera vínculo de emprego entre franqueador e franqueado?
- Royalties podem ser combinados verbalmente?
- O franqueado tem direito à renovação do contrato?
- O que verificar antes de assinar um contrato de franquia?
- Qual o prazo para entrar com ação renovatória?
- Quais os requisitos para renovar o contrato de loja?
- O proprietário pode recusar a renovação?
- Cabe indenização quando a renovação é negada?
- O que acontece se o imóvel locado for vendido?
- A empresa recebe pelas obras que fez no imóvel?
- Contrato de shopping center segue as mesmas regras?
- SLA de 99,5% significa que o sistema quase nunca cai?
- Os dados que a empresa coloca no sistema são dela?
- Na LGPD, quem responde pelo vazamento: a empresa ou o fornecedor?
- O que é lock-in e como ele aparece na renovação?
- Limitação de responsabilidade do fornecedor é válida?
- O que fazer se o fornecedor encerrar o produto ou a atividade?
- O que é o contrato de compra e venda de empresas?
- Qual a diferença entre comprar quotas, comprar ações e comprar o estabelecimento?
- O que são declarações e garantias no contrato?
- O que é o disclosure schedule?
- Como funcionam preço fixo, ajuste de preço e earn-out?
- A operação precisa de aprovação do Cade?
- Por que assinatura e fechamento costumam ser em datas diferentes?
- Por quanto tempo o vendedor continua respondendo depois da venda?
- O preço do contrato é bruto ou líquido de tributos?
- Dá para pedir revisão judicial por causa da reforma?
- O que precisa constar na cláusula de alteração legislativa?
- Quais contratos revisar primeiro?
- Reajuste por IPCA cobre a variação tributária?
- O que exigir do fornecedor em matéria fiscal?
- Qual cláusula mais gera disputa em contrato empresarial?
- Limitação de responsabilidade vale entre empresas?
- Como proteger a margem quando o custo sobe durante o contrato?
- Vale a pena incluir cláusula de arbitragem?
- O que acontece quando o contrato é rescindido sem previsão de saída?
- Confidencialidade e não concorrência podem estar no mesmo contrato?
- Vale a pena pagar advogado para revisar um contrato antes de assinar?
- A outra parte mandou o contrato dela. Preciso mesmo revisar?
- O contrato já foi assinado e agora há um problema. Ainda dá para fazer algo?
- Que tipos de contrato vocês elaboram e revisam?
- Contrato precisa ser longo e complicado para proteger?
- Vocês acompanham a negociação ou só entregam a minuta?
Departamento jurídico terceirizado
- O que é um departamento jurídico terceirizado?
- Qual a diferença entre contratar um advogado por demanda e uma assessoria contínua?
- Minha empresa já tem advogado interno. Ainda faz sentido?
- Como funciona a rotina de uma assessoria jurídica contínua?
- Quais áreas da empresa são atendidas?
- Como funcionam os honorários?
- Vocês assumem os processos que já existem?
- A empresa precisa ser grande para contratar?
Direito ambiental empresarial
- A empresa responde pelo resíduo depois de entregá-lo a terceiro?
- Dano ambiental prescreve?
- O administrador pode responder criminalmente?
- Ter a licença ambiental em dia é suficiente?
- O que fazer nas primeiras horas de um incidente ambiental?
- Passivo ambiental passa para quem compra a empresa ou o imóvel?
- Recebemos um auto de infração ambiental. Pagar logo com desconto é a melhor saída?
- A responsabilidade ambiental alcança o administrador pessoalmente?
- Compramos um imóvel com passivo ambiental que não criamos. Herdamos o problema?
- Nossa licença vence em breve e a operação mudou. O que fazer?
- O que o órgão ambiental pode exigir numa fiscalização, e o que não pode?
- Compliance ambiental vale para empresa que não é indústria?
Direito digital e LGPD
- Usar IA com dados de clientes exige o quê pela LGPD?
- O cliente pode contestar uma decisão tomada por sistema automatizado?
- Colocar documento da empresa em ferramenta de IA quebra confidencialidade?
- De quem é a propriedade do conteúdo gerado por IA?
- Quem responde quando a IA erra e o cliente é prejudicado?
- O que precisa estar no contrato com fornecedor de IA?
- Qual é o mínimo de governança interna de IA?
- Empresa que só atende outras empresas precisa se adequar à LGPD?
- Qual a diferença prática entre controlador e operador?
- Em quanto tempo um incidente de segurança precisa ser comunicado?
- O que exigir de um fornecedor que vai tratar dados da empresa?
- A empresa responde por vazamento causado pelo fornecedor?
- Por onde começar uma governança de dados em empresa B2B?
- O que o site de vendas é obrigado a exibir?
- Posso definir nos termos de uso um prazo de arrependimento menor que sete dias?
- Arrependimento, troca e devolução são a mesma coisa?
- Quem responde pelo defeito quando a venda ocorre em marketplace?
- A loja pode guardar os dados de cartão do cliente?
- A análise antifraude precisa constar da política de privacidade?
- A empresa sofreu um incidente de dados. Precisa avisar a ANPD e os titulares?
- Somos B2B e não tratamos dado de consumidor. A LGPD se aplica?
- Usamos inteligência artificial em decisões internas. Que cuidado isso exige?
- Quem é dono do que a inteligência artificial produz para a empresa?
- Contratamos software como serviço. O que não pode faltar no contrato?
- Nosso site usa cookies e pixel de anúncio. Basta ter banner?
Direito do trabalho empresarial
- Qual o prazo de defesa em reclamação trabalhista?
- O que acontece se a empresa não comparecer à audiência?
- Quem pode ser preposto da empresa na audiência?
- A empresa precisa apresentar o controle de ponto na defesa?
- De quem é o ônus da prova no processo do trabalho?
- Quando vale a pena fazer acordo em reclamação trabalhista?
- Sócios e administradores podem responder na execução trabalhista?
- Cláusula de não concorrência é válida no Brasil?
- Confidencialidade e não concorrência são a mesma coisa?
- O que fazer com acessos e equipamentos no dia do desligamento?
- A empresa pode proibir o ex-executivo de levar clientes e equipe?
- Justa causa de executivo exige cuidado maior?
- Como comunicar a saída sem gerar passivo?
- O que verificar antes de comunicar a decisão?
- Para que serve o regulamento interno?
- Quem é obrigado a controlar a jornada?
- Cargo de confiança dispensa controle de ponto?
- Banco de horas pode ser combinado informalmente?
- Divergência entre eSocial, ponto e folha gera risco?
- Por que treinar gestores faz diferença no passivo?
- Por onde começar a prevenção sem burocratizar a operação?
- O que acontece se a empresa não tiver o controle de ponto?
- Banco de horas precisa de acordo escrito?
- Advertência e suspensão precisam seguir algum critério?
- A empresa pode descontar prejuízos do salário do empregado?
- A tomadora responde pelas dívidas trabalhistas do terceirizado?
- Por onde começar quando nada está estruturado?
- Contratar PJ em vez de registrar empregado é ilegal?
- O art. 442-B da CLT não autoriza a contratação de autônomo?
- Como está o julgamento da pejotização no STF?
- A empresa pode ser autuada pela fiscalização previdenciária por contratar PJ?
- O art. 129 da Lei 11.196/2005 resolve o problema?
- Que provas a empresa precisa guardar para sustentar a contratação PJ?
- O que fazer com os contratos PJ que já estão em curso?
- O negociado prevalece sobre o legislado?
- Acordo individual basta para adotar banco de horas?
- O que mudou no teletrabalho depois de 2017?
- A reforma liberou a contratação de PJ no lugar de empregado?
- A reforma reduziu o número de reclamações trabalhistas?
- O que a reforma não resolveu?
- O que a empresa deve reunir quando recebe uma reclamação trabalhista?
- O que acontece se a empresa não tiver controle de jornada?
- Banco de horas reduz ou aumenta o passivo trabalhista?
- Contratar como PJ evita vínculo de emprego?
- Demitir por justa causa é mais seguro para a empresa?
- A empresa responde pelo passivo trabalhista do prestador terceirizado?
- Qual o prazo para o ex-empregado entrar com ação trabalhista?
- Ação trabalhista arquivada interrompe a prescrição?
- Existe prescrição a favor da empresa na execução trabalhista?
- A reforma trabalhista fez o trabalhador que perde a ação pagar os custos?
- Como funciona a homologação judicial de acordo extrajudicial trabalhista?
- Chegou uma reclamação trabalhista. O que a empresa deve reunir antes da audiência?
- Banco de horas e jornada flexível reduzem passivo ou criam passivo?
- Demitir por justa causa é mais seguro ou mais arriscado?
- Nossos empregados usam o próprio celular e carro. Isso gera obrigação?
- Terceirizamos parte da operação. A empresa responde pelo passivo do prestador?
- Vale a pena ter regulamento interno?
- Como funciona a assessoria jurídica trabalhista para empresas?
- O escritório atende empresas de fora de São Paulo?
- A empresa pode contratar o escritório como departamento jurídico trabalhista terceirizado?
Direito societário e M&A
- Como um sócio pode perder participação sem vender nada?
- O que é cláusula anti-diluição?
- O que é vesting e por que ele importa entre sócios?
- Qual a diferença entre tag along e drag along?
- Quais deliberações deveriam exigir quórum qualificado?
- O acordo de sócios obriga quem não assinou?
- Quando fazer o acordo de sócios?
- O que é o dever de diligência do administrador?
- Administrador responde por decisão que deu errado?
- O que caracteriza conflito de interesses?
- Sócio de limitada responde com o patrimônio pessoal?
- O administrador pode responder por aquilo que deixou de fazer?
- Seguro de administradores resolve o problema?
- Como reduzir o risco de responsabilização na prática?
- O que mais derruba o valuation de uma empresa de médio porte?
- Por que a estrutura societária afasta comprador?
- Contrato com cliente é transferível na venda da empresa?
- Como o passivo trabalhista entra no preço?
- A qualidade da informação fiscal afeta a negociação?
- O que fazer com os intangíveis antes de negociar?
- Quanto tempo antes a empresa deve se preparar?
- Sociedade limitada precisa de governança formal?
- Limitada pode ter conselho de administração?
- Qual a diferença entre conselho consultivo, conselho de administração e comitê?
- O que o contrato social deveria dizer sobre decisões?
- Administrador de limitada responde pessoalmente?
- Reunião por vídeo e ata digital têm validade?
- Como definir alçadas sem travar a operação?
- Por que o contrato social não basta em empresa familiar?
- Quais cláusulas não podem faltar em empresa familiar?
- O que é apuração de haveres e por que ela vira disputa?
- O herdeiro entra automaticamente na sociedade?
- O regime de bens do casamento afeta a empresa?
- Qual a diferença entre protocolo familiar e acordo de sócios?
- O que é cláusula de impasse e quando ela importa?
- Holding familiar continua valendo a pena?
- O que muda nas operações entre empresas do mesmo grupo?
- Holding com imóveis locados foi afetada?
- Holding protege o patrimônio dos herdeiros necessários?
- O que mudou no ITCMD?
- Vale antecipar a doação de quotas por medo de aumento de alíquota?
- Por que o múltiplo de EBITDA precisa de ajuste na transição?
- Quais empresas têm maior descolamento entre resultado histórico e projetado?
- O que acrescentar à due diligence tributária agora?
- Como alocar o risco da transição no contrato?
- O comprador herda o passivo tributário?
- Earn-out é boa solução quando as partes divergem sobre a margem futura?
- Com quanta antecedência preparar a empresa para venda?
- O que a due diligence mais encontra e quanto custa?
- O que são declarações e garantias no contrato de venda?
- Vale a pena informar um passivo ao comprador?
- Como proteger informação ao negociar com um concorrente?
- O que o vendedor ainda deve depois do fechamento?
- O que é uma holding patrimonial familiar?
- Holding blinda o patrimônio contra credores?
- A holding pode excluir um herdeiro necessário?
- Como funciona a doação de quotas com reserva de usufruto?
- Holding sempre gera economia tributária?
- Por que separar holding patrimonial e empresa operacional?
- O que não pode faltar no contrato social da holding?
- Planejamento sucessório é só dividir bens?
- Até onde o planejamento pode ir sem violar a lei?
- Como funciona a doação com reserva de usufruto?
- Holding resolve a sucessão sozinha?
- Quanto custa não planejar?
- O regime de bens dos herdeiros interfere na empresa?
- Quando começar?
- Qual a diferença entre contrato social e acordo de sócios?
- Quais cláusulas não deveriam faltar?
- O que é apuração de haveres e por que ela gera disputa?
- Acordo de sócios protege empresa familiar na sucessão?
- Acordo de sócios pode obrigar o voto em determinada direção?
- Quando revisar um acordo já existente?
- O memorando de entendimentos obriga alguma coisa?
- É melhor comprar as quotas ou os ativos da empresa?
- Por que o preço recebido é menor que o preço combinado?
- O que a due diligence procura numa empresa de médio porte?
- O que são declarações e garantias no contrato de compra e venda?
- Aceitar earn out é bom negócio para quem vende?
- Qual a diferença entre direito societário e M&A?
- Por que preciso de advogado se já tenho quem faça o valuation?
- Sou sócio minoritário. Consigo me proteger de verdade?
- A empresa é familiar. Vale a pena estruturar acordo de sócios e governança agora?
- Como funciona uma due diligence e por que ela importa tanto?
- Vocês assessoram tanto quem compra quanto quem vende?
Licitações e contratos administrativos
- Microempresa pode participar de licitação com certidão pendente?
- Qual o prazo para regularizar a certidão depois de vencer?
- O que é empate ficto em licitação?
- O empate ficto vale em qualquer licitação?
- Contratos já assinados no ano afetam o benefício?
- O que são cota reservada e item exclusivo?
- O tratamento favorecido dispensa qualificação técnica?
- Qual o prazo para impugnar um edital?
- O que mais derruba propostas na fase de habilitação?
- A empresa pode pedir reequilíbrio se o custo subir?
- Quais sanções a empresa pode sofrer em contrato público?
- Programa de integridade ajuda em licitação?
- Consórcio ou subcontratação: qual o risco de cada um?
- Quais são as armadilhas mais comuns nos contratos de licitação?
- Quantidade do edital é compromisso de compra?
- Qual a diferença entre reajuste, repactuação e reequilíbrio?
- O edital tem exigência que só um concorrente cumpre. Dá para fazer algo?
- Fomos inabilitados por detalhe formal. Isso se reverte?
- A empresa foi sancionada. Isso impede participar de outras licitações?
- O contrato ficou economicamente inviável depois da assinatura. Existe saída?
- Precisamos de programa de integridade para contratar com o poder público?
- A administração atrasou o pagamento. Podemos suspender a execução?
Situações especiais · Valor em Disputa
- Qual o primeiro passo quando surge uma suspeita interna relevante?
- A empresa responde criminalmente por ato de um empregado?
- O administrador pode responder por não ter agido?
- Pagar o tributo extingue o crime tributário?
- O que faz um canal de denúncia funcionar?
- Quando vale avaliar um acordo de leniência?
- A polícia pode entrar na empresa sem mandado?
- O que conferir no mandado antes de abrir a porta?
- Posso impedir a entrada da polícia na empresa?
- Fiscal da Receita pode entrar na empresa sem mandado?
- A polícia pode acessar o celular e o computador apreendidos?
- O que fazer nos primeiros minutos de uma diligência na empresa?
- O que vocês chamam de situação especial?
- Temos um crédito judicial antigo e sem liquidez. Isso tem valor hoje?
- A empresa está em dificuldade. Recuperação judicial é a única alternativa?
- Nosso sócio quer sair e não há consenso sobre o valor. Como se resolve?
- Vale a pena litigar quando o custo pode superar o ganho?
- Vocês atuam com honorário vinculado a resultado?
Sobre o escritório e atendimento
- Não sei em qual área se encaixa o meu caso. Posso procurar assim mesmo?
- O escritório atende empresas de qual porte?
- Como funciona a assessoria jurídica contínua?
- Quanto custa uma análise jurídica?
- O escritório atende fora de São Paulo?
- O que é a frente de situações especiais?
- O escritório tem vagas abertas?
- Que perfil o escritório procura?
- Aceita estagiário?
- Como enviar a candidatura?
- O trabalho é presencial?
- Onde fica o escritório?
- Como falar com um advogado do escritório?
- Qual o horário de atendimento?
- O escritório atende pessoa física?
- O que informar no primeiro contato?
- O escritório atende empresas fora de São Paulo?
- O que faz um escritório de advocacia empresarial?
- Em que o Assis Lira Advocacia atua?
- O escritório atende empresas de qual porte?
- É possível contratar o escritório como jurídico da empresa?
- O escritório atende fora de São Paulo?
- Como começar uma conversa com o escritório?
- Quem é o sócio fundador do Assis Lira Advocacia?
- Com quem o cliente fala na primeira conversa?
- Como a equipe se divide entre as áreas?
- O escritório conta com profissionais de outras formações?
- Como funciona a interlocução em demandas longas?
- Desde quando o escritório atua?
- Que tipo de empresa o escritório atende?
- Em quais áreas o escritório atua?
- O escritório atende empresas de outros estados?
- Quem conduz a demanda, o sócio ou um advogado júnior?
- O escritório também funciona como departamento jurídico da empresa?
Sucessão e organização patrimonial
- Holding familiar resolve briga de herdeiro?
- Doar quotas em vida com reserva de usufruto é seguro?
- Um dos herdeiros trabalha na empresa e os outros não. Como tratar isso?
- Vale fazer testamento se já existe holding?
- Inventário extrajudicial serve para qualquer caso?
- Quando começa a fazer sentido planejar a sucessão?